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Foto: Victoria Arenque

Co Ês, com eles e com as possibilidades de dançar todos em rede

No segundo dia de atividades, a Rede Terreiro de Contemporâneo de Dança ampliou seus vetores e procedimentos, apostando na troca e no diálogo, reforçando a potência da Rodada de Negócios, abrindo sua Mostra Artística com a tradição afro do Terno de Congado Sainha e o espetáculo Co Ês, da Rui Moreira Cia de Danças. Eis, portanto, alguns rizomas destas ações com todos.

Na Rodada de Negócios, o momento das reuniões individuais com os artistas selecionados para apresentação de seus trabalhos a curadores e programadores convidados foi saudado como importante recurso de dinamização das possibilidades de circulação da produção de dança do circuito de mostras e festivais brasileiros.
De Uberlândia, Marlen Kenia, coreógrafa e criadora, apresentou seu projeto de dança contemporânea desenvolvido com crianças para seis programadores e festejou a ação através da Rede Terreiro.
– É maravilhoso. Estou em casa e o Brasil inteiro chaga até mim, me oferecendo essa possibilidade. É muita informação, troca, uns ajudando aos outros.
Diretor da Coletivo Breaking no Asfalto, de Belo Horizonte, Rodrigo Pinheiro Peres concebe a Rodada como um recurso de inserção da sua companhia no ambiente da dança brasileira.
– Viemos de um lugar híbrido, nevrálgico, e tenso, para chegar a pessoas que nos assistem, nos vêm e dizem algo de interessante, nos tornam mais empreendedores, afirmando o lugar de onde viemos e nos apontando para onde ir. Estamos articulados com outras pessoas que viveram outras épocas, ouvindo histórias de artistas e militantes que nos fazem perceber a importância de percorrer este caminho. Assim, a Roda de Negócios se revela e fica mais intensa.
Luiz Monteiro, da Cia. Rubens Barbot Teatro de Dança, do Rio de Janeiro, levou quatro propostas à Rodada, conversando com seis programadores. Como gestor, produtor e coreógrafo, diz que a arte tem que ser vista como produto, portanto tem que ser mostrada para as pessoas, o público.
– A Rodada é uma boa oportunidade para a arte fruto de pesquisas e estudos, que não pode ser vista pelos mesmos, mas é para o mundo. Todos conhecem Rubens Barbot, mas saindo do eixo Sudeste, poucos viram. É preciso deixar de ser mito e passar a ser visível, ser real.
Na Oficina Cultural, a oficina de Dança Negra Contemporânea segui com Elísio Pitta, da Cia C. à noite, no Teatro Municipal de Uberlândia, a Mostra Artística cruzando mitos e realidades, tradições e invenções da cultura negra daqui e de outras geografias, reverberando e deixando-se tocar por estas nuances da diáspora ressignificada na contemporaneidade.
Com seus tambores e cantos, o Sainha, mais antigo terno de congado em atividade em Uberlândia, subiu pela primeira vez no palco projetado por Oscar Niemeyer. Gesto significativo da incorporação: da tradição acolhida pelo ambiente da cultura contemporânea e do reconhecimento que o futuro está ancorado lá atrás, nas matrizes e matizes da cultura herdada.
Em seguida, Rui Moreira entrou em cena Co Ês todos: os laços da tradição, a outra travessia possível – que revisita a mãe África para rever possibilidades e caminhos para seguir dançando tal qual vivendo -, o olhar para as novas escravidões do mundo, que têm dizimado a juventude negra, num embate/embalo/entorno da fuga do automatismo da arte feita por remotos controles.
Rui Moreira em cena é um acontecimento, um vislumbramento de um corpo híbrido, atento, ciente, sabedor e investigador de possibilidades. Em Co Ês, propõe uma viagem que, se inclui sonoridades, falas e reverberações de ambientes de trânsito, carrega em sua bagagem o aquietamento indisciplinando de como explicitar isso numa dança carregada de pontos de fuga, movimentos multidirecionais, orientações e atalhos para o olhar e o pensamento desdobrado e descolado do linóleo. Espelha, reflete e refrata questões em torno de pertencimento, memória, sentidos de cena, saídas e chegadas possíveis.
O termo que dá nome ao trabalho propõe coletividade, diálogos que incluem jeitos próprios de falar e de (com)portar. São aportes de mundo: com eles de lá e de cá, com todos os dispostos a vestir outras pátrias para redesenhar novas geografias humanas. Assim, Rui Moreira está em cena com, sobre, a partir, ao partir e ao portar a um estado de dança que não é nem chegada nem fuga das amarras que castigaram/castigam contingentes não só de negros na trajetória humana. É uma dança que aposta no pertencimento a uma história para conclamar a todos que querem se movimentar por novas trajetórias de dignidade e delicadeza.
 
Atividades desta quarta-feira 
 
Na Oficina Cultural
Das 10h às 13h – Rodada de Negócios
Das 15h às 16h – Apresentação da rede Ibero-americana de Dança com Fabiano Carneiro, coordenador de dança da Funarte
Das 16h às 17h – Reunião com programadores – Discussão sobre a criação da Rede de Festivais de Dança – Coordenação: Rui Moreira
No Teatro Municipal de Uberlândia
Das 18h às 19h, pátio externo, mostra de fragmentos de espetáculos, trabalhos em processo, ensaios e performances
Das 19h às 20h, grande teatro, Conversa com o Público – Mediação: Edileusa Santos e participação dos Manos do Hip Hop e Rui Moreira Cia. De Danças
Das 20h às 22h – Mostra de espetáculo – Duo, Manos do Hip Hop e Definitivo é o Fim – Rui Moreira Cia. De Danças
 
Carlinhos Santos é historiador, jornalista, crítico de dança, especialista em Corpo e Cultura e Mestre em Educação
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Fiquem Atentos!

outubro 16, 2015

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Através do projeto de Seleção Petrobras Cultural Minas Gerais 2014, está acontecendo de 13 a 18 de outubro na cidade de Uberlândia o 4º Encontro Rede Terreiro Contemporâneo de dança.

Para mais informações acesse : http://www.centroculturalvirtual.com.br/conteudo/4o-encontro-rede-terreiro-contemporaneo-de-danca

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Foto: Victoria Arenque

Terreiro de inclusão, negócios, danças e afirmações

A Rede Terreiro Contemporâneo de Dança começou a ser pensada a partir do Fórum de Performance Negra, em 2005, organizado PELO Bando de Teatro Olodum e Companhia dos Comuns. Em sua quarta edição, que começou nesta terça-feira, 13 de outubro, em Uberlândia, depois de três edições em Belo Horizonte, inaugurou sua itinerância reafirmando os propósitos de pensar ações artísticas de caráter social e reverberação política no âmbito da construção e visualização da multiplicidades de fazeres identificados com o conceito de dança negra no Brasil.

No primeiro dia, foram muitas as atividades entre debates, oficinas ações práticas e construção e reafirmação desses propósitos que unem, até domingo, artistas, programadores culturais, pesquisadores e articuladores dessa cena no Brasil.
Ao apresentar o Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras, Ruth Pinheiro, do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves – CADON, destacou o espelhamento e a inserção do Movimento Negro na Rede Terreiro.
– Tudo o que aconteceu, não só o prêmio, mas as iniciativas outras, foram aprendizado com o Movimento Negro, que impulsiona conhecimento, aprofundamento e estudos. O Prêmio é a forma de conseguir recursos para a arte e a cultura, mostrando também as perspectivas da reserva de mercado para artistas negros e não só negros que trabalham com a cultura negra – destacou, salientando que a aliança com a Rede Terreiro amplia as possibilidades dessa ação:
– Essa nossa aliança e reafirma a visão de que, quanto mais as pessoas se unirem, mais contribuem para o crescimento da cultura negra – complementou Ruth, informando que a quarta edição do Prêmio já está em fase de captação de recursos e deve ser implementado no binômio 2016-2017.
Da sala de debates, na Oficina Cultural, à sala de ensaios, à tarde o bailarino e coreógrafo Elisio Pitta, abriu o primeiro dia da oficina Dança Negra Contemporânea. Por causa de uma lesão, teve auxílio de Edileusa dos Santos, artista de dança, coreógrafa, dançarina, professora e pesquisadora em arte de expressão negra. Ambos são de Salvador. Pontuadas pelo tambor de Negro Nilo, da Cia. Balé de Rua, de Uberlândia, as atividades focaram as possibilidades coreográficas que a dança negra pode oferecer aos artistas da dança a partir de vrtentes que incluem influências da dança moderna americana, afro-brasileiras, a capoeira e outras referências populares. Para a via estética, a técnica conflui e contribui destacou Pitta:
– Para circular pelo mundo, não precisa se esquecer de onde se veio, mas se adaptar a onde se está, pensando para onde se está indo – disse o criador da Cia C, destacando a que estes recursos misturados têm um foco específico:
– A dança pode ter também a perspectiva da adaptação dos seus criadores às necessidades de seus trabalhos.
À noite, começou uma ação importante e nova da Rede Terreira, que é a Rodada de Negócios, atividade que é realizada pela primeira vez em parceria com o Sebrae, com o objetivo de e pretende oportunizar o encontro de artistas com programadores e curadores de mostras e festivais, nacionais e internacionais.
Arnaldo Siqueira apresentou o Cena Cumplicidades, que movimenta Olinda, Recife, João Pessoa e inaugurou uma frente internacional, em Buenos Aires.
Diana Pinheiro Pontes, de Natal, falou do Encontro de Dança e da Renda, rede de articulação de atividades que movimenta artistas e debates num ambiente que inclui a existência de duas escolas de formação em dança que atende a duas mil crianças.
Curadora e programadora do Sesc Palladium, Cristiane Marques de Oliveira apresentou as várias ações do espaço que virou referência para a dança em Belo Horizonte e, aliás, sede da terceira edição da Rede Terreiro, em 2014.
De Pelotas, no Rio Grande do Sul, o bailarino e coreógrafo Daniel Amaro apresentou-se em duas frentes: como criador e diretor da companhia que leva seu nome, que tem frequentando mostras e festivais pelo Brasil, e programador da 1ª Mostra de Teatro e Dança de Origem Africana.
Representante da Funceb – Fundação Cultural do Estado da Bahia, Matias Santiago, professor, bailarino, coreógrafo e coordenador de dança da instituição, falou das ações e o panorama dos muitos e diferentes recortes artísticos e curatoriais de festivais que movimentam a cena baiana.
Ana Alvarenga, coordenadora de Projetos Educativos e de Extensão / Cefart – Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado, também destacou atividades e inciativas em torno da dança, e teatro e música que também fomentam a cena na capital mineira.
Na condição de articulador artístico, Elisio Pitta falou de ações com parecerista na América Latina para a Prince Claus Fund for Cultural Development e como membro do Council Internationale de La Danse, CID-UNESCO.
Fechando as apresentações, a coreógrafa, dançarina, pesquisadora em dança, cineasta, roteirista e diretora de espetáculos cênicos Carmem Luzia Ferreira convocou o público para sua nova produção, um documentário focando a dança negra na rua, e a exibição de documentários – Cia Étnica e o jornalista e crítico de dança falou da cena e atividades da dança em Caxias do Sul (RS).
Também circulou pelos diversas atividades o cineasta Allan Ribeiro da Silva, diretor do filme Esse Amor que Nos Consome, que registra imagens e depoimentos na perspectiva de um making of do encontro.
Encontros, festivais, mostras e ações pontuais devidamente apresentados a artistas e demais interessados em oportunidades de projeção de seus trabalhos, grupos e companhias, nesta quarta-feira, 14, a Rodada de Negócios abre espaço para as reuniões individuais entre os interessados para a apresentação de seus trabalhos a estes curadores e programadores. É a hora da coreografia das possibilidades.
– Levar esta ideia é essencial para a sobrevivência da identidade da dança negra no Brasil e abre uma perspectiva, um norte de sentido, para o conhecimento e o desenvolvimento da sociedade. Estas ações e relações se manifestam no mundo, derivam em ações artísticas, de caráter social, com alcance político. São muitos processos, pares e ímpares, que contribuem, com objetividades e subjetividades – destacou Rui Moreira.
O Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança é realizado e produzido pela Associação Será Que? Cultural, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da Petrobrás.
Atividades desta quarta-feira Na Oficina Cultural :
Das 10h às 13h – Rodada de Negócios
Das 14h às 17h – Oficina Dança Negra Contemporânea – Elicio Pitta – Cia C No Teatro Municipal de Uberlândia
Das 19h às 20h, pátio externo, cortejo Terno de Congado Sainha
Das 20h30min às 21h20min, grande teatro, CO És – Rui Moreira Cia. De Danças
Carlinhos Santos é historiador, jornalista, crítico de dança, especialista em Corpo e Cultura e Mestre em Educação

Apresentação lançamento

Estão confirmados: o professor, bailarino e coreógrafo Matias Santiago; a socióloga Diana Pinheiro Fontes; a coreógrafa, dançarina e pesquisadora em arte de expressão negra Edileusa Santos; o coreógrafo e diretor da Cia. De Dança Afro João Daniel Pereira Amaro; o músico, ator e produtor Gilberto Amâncio de Almeida; a administradora e produtora cultural Ruth Pinheiro; o diretor de cinema, curador e produtor Allan Ribeiro; o professor, produtor e curador Arnaldo José Siqueira Jr.; a coreógrafa, dançarina, cineasta e pesquisadora Carmem Luiza Ferreira; a graduada em dança, pós-graduada em gestão cultural e programadora de dança do Sesc Palladium Cristiane Marques de Oliveira; o historiador Roger Alves Vieira; o especialista em relações institucionais e projetos de pesquisa e novação Fabrício Martins; O coreógrafo e diretor artístico Elísio Pitta; o jornalista e crítico de dança Carlinhos Santos; a coordenadora de Projetos Educativos e de Extensão/Cefart – centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado, de Belo Horizonte, Ana Alvarenga.

Para informações completas

 

 

 

 

 

 

Flyer-lançamento Terreiro 2015

A 4ª edição do Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança acontece em Outubro de 2015 em Uberlândia

Realizado e produzido pela Associação SeráQuê? Cultural, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da Petrobrás, o Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança chega a sua 4ª edição.

Com uma programação repleta de atividades e apresentações o Encontro acontece entre 13 a 18 de outubro de 2015, na cidade de Uberlândia – MG. 

O evento promove a difusão de pensamentos, registros e publicações de obras do universo cultural negro e africano, com ênfase na produção da dança negra e sua rica abordagem artística, educacional e de pesquisa. 

A programação do Encontro conta com seis dias de oficinas, espetáculos, palestras, e cortejos, consolidando o evento como um dos grandes apoiadores da dança no Brasil. Uma ação que proporciona acesso à maior variedade de expressões da dança e uma interseção entre Cultura e Educação. Entre as apresentações o Encontro, a Cia Rubens Barbot Teatro de Dança (RJ), primeiro grupo negro de dança contemporânea do Brasil, mostrará o espetáculo ‘Signos’, criado para celebrar os 25 anos da companhia. Outras companhia de dança participarão do evento, como: Wultos Cia de Dança, Companhia C, Manos do Hip Hop e a Cia Rui Moreira. As oficinas e palestras acontecerão na Oficina Cultural de Uberlândia e as mostras de espetáculos e cortejos serão apresentadas no Teatro Municipal de Uberlândia. 

Uma das novidades desse ano será a realização da Rodada de Negócios, em parceria com o Sebrae MG. Seu objetivo é reunir gestores e produtores de mostras e festivais de dança de todo o país com artistas e grupos em reuniões de trabalho. Nesses encontros, eles serão induzidos a refletir sobre o cenário da dança e propor novas parcerias para viabilizar a produção cultural de espetáculos, apresentações e outras atividades que envolvem a cultura negra. A Rodada de Negócios contará com uma apresentação da Rede Funarte Ibero-Americana de Dança e com o Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro Brasileiras. Todas as atividades terão acesso livre para o público.     



Autor / Fonte:Bete Arenque

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Comentários

 

somdomovimento_claudiaoliveira

 

Som do Movimento 
No Teatro Municipal de Mauá, às 20h.

O espetáculo leva o público a um universo imaginário, onde som e movimento se misturam e já não se sabe mais se o movimento cria o som ou o som cria o movimento. O dançarino tem o poder de manipular o som e com isso fazer sua coreografia na ausência de música propriamente dita. Com Frank Ejara. Grátis.

Espetáculo – Fresta
No Teatro Municipal de Mauá, às 20h30.

Em meio a feixes, recortes e focos diversos de luz, a Dança Urbana se revela sob múltiplas perspectivas e também propõe novas possibilidades com relação à música e ao ambiente que acolhe os dançarinos. Com Cia. Discípulos do Ritmo.  Grátis.

Saiba mais.

 

capoeira

 

Belo Horizonte, sedia pela quarta vez o Encontro Nacional de Capoeira Angola, que, nesta edição, será realizado de 13 a 15 de novembro de 2014. O evento vai discutir a participação da Capoeira Angola na educação e os 10 anos da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. O Encontro também vai proporcionar reflexões críticas sobre os impactos simbólicos e políticos da capoeira como patrimônio imaterial. Ainda, este ano o Encontro presta uma homenagem aos 125 anos de Mestre Pastinha.

Saiba mais.